segunda-feira, 11 de agosto de 2008

NOITE DE LUA CHEIA

Da janela do apartamento oitavo andar, pode-se ver a deslumbrante imagem da lua iluminando o Jardim Paulista.
Momento mágico e inesquecível.
Magnífica lembrança de uma noite de lua cheia em Ribeirão Preto.
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A lua cheia se mistura com as luzes da cidade, na noite quente de Ribeirão Preto.
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19 de agosto de 2008.

AMANHECER EM RIBEIRÃO PRETO

"Desde o nascimento do sol até ao ocaso, seja louvado o nome do Senhor". (Salmo 113:3)
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Ribeirão Preto, 04 de agosto de 2008.

FLAGRANTE DE UM PRESENTE

"Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega..." (Cantares 2:12)

Neste momento de mudança, de transformação eis que no caminho surge uma pessoa que transborda sonho e alegria. Valéria esta lembrança será para sempre registrada em meu coração. Lindas flores, belos momentos. Uma amizade para sempre.

CAFÉ DA MANHÃ

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"PÃES SOBRE A MESA"
Acrílico sobre tela por Elvio Antunes de Arruda
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Ribeirão Preto, 11 de agosto de 2008

sábado, 9 de agosto de 2008

LEITURA ATRAVÉS DAS FORMAS E DAS CORES

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"COLHEITA DE GIRASSÓIS"
Acrílico sobre tela por Elvio Antunes de Arruda
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Fotos do artista plástico Elvio Antunes de Arruda em seus momentos de criação.
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Ribeirão Preto, 04 de agosto de 2008

segunda-feira, 14 de julho de 2008

UM OLHAR CURIOSO

Mel e Tutti num momento de pura descontração

terça-feira, 1 de julho de 2008

NA TELA DO POETA


... E baixinho, pé do ouvido, ela confidencia:
Não fora aquele encontro virtual
Razão alguma houvera
Para que aquele projeto se tornasse público.
Ele, então, olhando para o quadro na parede,
Que há pouco terminara,
Percebe ser ela motivo para sua inspiração,
E uma nova história se inicia.
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Inajá Martins de Almeida - A QUATRO MÃOS

segunda-feira, 30 de junho de 2008

LEITURA

PINO DAENI

terça-feira, 24 de junho de 2008

PALAVRA MÁGICA

Certa palavra dorme na sombra
de um livro raro.
Como desencantá-la?
É a senha da vida
a senha do mundo.
Vou procurá-la.
Vou procurá-la a vida inteira
no mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
não desanimo,
procuro sempre.
Procuro sempre, e minha procura
ficará sendo minha palavra.
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(poema de Carlos Drummond de Andrade; pintura de Pino Daeni)

sábado, 21 de junho de 2008

PALAVRAS AO VENTO

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NAS ASAS DO VENTO
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acrílico sobre tela de Elvio Antunes de Arruda
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.Regue a palavra para produzir flores,
Frutos e sementes.

Regre a palavra,
Para que não murchem os rebentos.

Carregue e leve a palavra
Para o encanto dos atentos.

Fale...
Declame...
Cante...
Nem que seja palavra ao vento.

Pelo vento as sementes viajam,
Encontram mentes férteis, sedentas.

Leve a palavra,
Ensine a leitura.

A palavra escrita,
Que não fique restrita.

Não permita o esquecimento.
Leve a palavra,
Nem que seja palavra ao vento.

Leve a palavra.
Escreva...
Leia...
Nem que seja palavra ao vento.

Livros...
Palavra escrita.
Não permitam o esquecimento.

Sementes adormecidas,
Acordem...

Despertem palavras vivas,
Que criem fortes raízes
Que mesmo na tempestade
Acalmem
E alimentem almas.
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.Texto extraído do Livro "DEFINIÇÕES REFLEXIVAS I: grandes detalhes de Elanklever

VOVÓ VERA

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RESGATANDO A MEMÓRIA DA BIBLIOTECA
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"Biblioteca Padre Euclides" - Vera Venturini Nogueira
"Tenho que ficar entre os livros"
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Vovó Vera
"Vó velosa, veludosa vó"
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Vovó Vera vive ventando vida
Vovó Vera é a verdadeira vacina do viver
Vitamina do vencer
Vira-e-mexe varre a varanda
Volta-e-meia vira os vasos,
vasculha os vidros, verifica as venezianas
e vai valorizando cada vão
Vezinquando visita os vizinhos,
vovozinhos velhinhos,
vetustos vítimas de vaguidão
Vovó vapt-vupt
Vovó vira-e-volta
e vai por vielas a vicejar em vivificação
És a Vovó da valsa e vice-e-versa
e vai-e-vem
Vovó Vera é a vez da veracidade
É a voz da vitalidade
Verso de vivacidade
Vovó veste t eu vestido verdinho
e vai variando as versões
Eta! Vovó vaidosa, vistosa, e vivaz
Vovó valente, valorosa e voraz
Vai Vovó, vencer de vez o vazio
dos viventes que já verteram a voz
A virtude é vossa e veio velar por vidas
Vocação, volição e vastidão
Velívola em veias ventrículas
A válvula da vida vazou você
em verve vinda do vetiver
Viva vive Vovó Vera
Então, vá vivendo ventante, avante!
Vituosa, vigorosa, Vovó Vera vibrante.
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Evandro Navarro

segunda-feira, 16 de junho de 2008

A SEMENTE PLANTADA FRUTIFICA - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto 2008

(foto Elvio Antunes de Arruda)
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" PHOTO É SEMENTE
que, plantada em solo fértil,
brota,
cresce,
vinga,
frutifica,
enriquece a realidade
e a modifica".
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Antonio Carlos Tórtoro in "RIBEIRÃO PRETO: o passado manda lembrança".

GOSTO DE MEL - Célia Natalina dos Santos - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto 2008

Acho que sou poeta,
não poeta em letra grande
mas poeta simplesmente,
em verso ponho meu canto,
sim o que os outros sentem:
um não sei quê de amor,
saudade, dor transparente
que vezes me faz triste
outras até contente.
Rimando ou não vou deixando
as palavras no papel,
se na medida em que escrevo,
amargam com fel,
quando o poema termina
sinto gosto de mel.
Poema Gosto de Mel, do livro de Célia Natalina dos Santos - SONDAGENS

domingo, 15 de junho de 2008

GRANDES DETALHES - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto - 2008

Elanklever autografa seu livro REFLEXÕES DEFINITIVAS: grandes detalhes
na 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto /SP - 2008
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Sim...
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Há livros que entram em nossas vidas
e marcam para sempre.
Ainda que sejam
perdidos,
amassados,
decompostos pelo tempo,
sua idéia tomou corpo dentro
daquele corpo que dele se apossou.
A leitura é essa inebriante experiência,
maior ainda
se podemos nos tornar partícipes da obra do autor,
na sua co-autoria.
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Texto extraído do livro "A QUATRO MÃOS" de Inajá Martins de Almeida

PHOTO É CARTA - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto - 2008

" Photo é carta às vezes sem remetente, sem destinatário certo.
Apesar da mensagem objetiva, sem entrelinhas, sem meias palavras, cheia de verdade, transmite seu recado à posteridade."
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Antonio Carlos Tórtoro in "Ribeirão Preto: o passado manda lembrança

TEMPO DO LIVRO - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto - 2008

"PHOTO É VIDA
sem páginas,
sem textos explícitos,
sem capa nem prefácio.
Mas cada uma é biblioteca,
Alexandrias incríveis,
manancial de informações
aos olhos e corações sensíveis".
Antonio Carlos Tórtoro in "Ribeirão Preto: o passado manda lembrança".

sábado, 14 de junho de 2008

ENTRE LIVROS E LINHAS - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto - 2008

Momento de pura descontração durante a 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto 2008.
Enquanto ao microfone as falas dos poetas e cantadores ecoam nos quatro cantos do belo espaço da praça, descontraidamente Elza e Inajá mostram que livros e linhas fazem parceria perfeita.
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ARTESÃ DA LÃ E DA LINHA
Inajá Martins de Almeida


Não há como negar:
Artesã sou...
Jamais deixarei de ser.

Com as mãos trabalho,
Tecendo, ponto a ponto,
Agasalhos coloridos.

Desde pequenina
Acostumada fôra
A estar no meio deles.

Da leitura, também,
Artesã sou:
Jamais esse prazer, abandonarei.

Mais não fôra artesã
Da palavra, no papel
Transformo linha em texto.

Entre linhas de lã,
Ponto e ponto mesclo.

Entre linhas de papel,
Canto e conto declino.

Já não sei mais
Se sou artesã de lã,
Ou artesã de linha

Pois, se
com a lã aqueço um corpo frio,
com a linha alimento uma alma contrita

terça-feira, 10 de junho de 2008

8ª FEIRA DO LIVRO - Carlos Nejar - 9/06/2008

"Foram as palavras que me começaram. As palavras tem cor, tem brilho e escondem um mundo atrás delas... As vezes não é a inteligência que aprende o sentido das palavras, mas é ele, o sentido, que nos alcançam e nos descobrem. No momento em que designamos a palavra, ela toma um sentido novo".
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"O poema, sobretudo, deve ser dito e eles são feitos para serem lidos em voz alta. É da natureza do poema ser uma voz coletiva, daquele que não pode falar, mas que quer falar, porque a poesia fala por si. O poema se comunica, tem vida própria. Se os poemas não sobreviverem por eles mesmos, não adianta nada eu defendê-los. O poema, muitas vezes é nosso filho, mas outras tantas é nosso pai ".
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"A gente pode ler com paixão e o livro, deve ter a sua própria respiração".
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"Se a gente escreve um livro para mudar uma vida, já valeu tê-lo escrito".
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"As coisas são mágicas, ou nada. Podemos inventar a realidade e nos encantar com ela".
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"A vida é muito maior do que a gente, e o que a gente escreve é muito maior do que a gente é, porque a obra tem de ser maior do que o autor".
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"A arte de resistir é a arte da palavra, porque antes de tudo, é a arte da vida".
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"Percebemos que não podemos deixar a pedra no meio do caminho; temos de removê-la, transformar a pedra em outra realidade".
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"A língua portuguesa é uma ventura de almas".
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(8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto 2008 - Escritor Carlos Nejar - Salão de Idéias. Anotações efetuadas e transcritas por Inajá Martins de Almeida)

DEFINIÇÕES REFLEXIVAS - Elanklever - 8ª FEIRA DO LIVRO

"Aguns têm seu ponto de vista. Outros uma vista de algum ponto, porém, aquele que busca compreender a vida, sempre vai além de qualquer ponto, pois, mesmo das cicatrizes, tira boas lições".

"Minha vida é como um livro: a cada ano uma nova edição, a cada dia uma nova página, a cada hora um novo texto, a cada minuto uma nova palavra e a cada segundo, entre um sim ou não, muda-se a história".

segunda-feira, 9 de junho de 2008

8ª FEIRA DO LIVRO

Prefeito Municipal Dr. Welson Gasparini é fotografado ao lado dos escritores Nicolas Guto e Alfredo Rossetti e das bibliotecárias Inajá Martins de Almeida e Rosângela no estande dos Autores Locais, durante a 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto.


Elvio Antunes de Arruda (Elanklever) é fotografado ao lado do Prefeito Dr. Welson Gasparini durante a 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto, quando do lançamento do seu Livro Definições Reflexivas: grandes detalhes".

domingo, 8 de junho de 2008

RAFAELA MARIA DE OLIVEIRA MALDONADO - 08.06.2008


"Rafaela" - e mamãe "Patrícia"

quinta-feira, 5 de junho de 2008

JANELA PARA O INFINITO


QUADRO: "JANELA PARA O INFINITO" de Elvio

terça-feira, 3 de junho de 2008

LEITURA DE UMA EMOÇÃO


segunda-feira, 2 de junho de 2008

PRIMEIRAS LEITURAS DO MUNDO




RAFAELA MARIA DE OLIVEIRA MALDONADO

RAFAELA - 1 dia (30/5/2008)
RAFAELA - 4 dias (1/6/2008)

RAFAELA - 4 dias (1/6/2008)


sábado, 31 de maio de 2008

LEITURA DE UM MOMENTO INESQUECÍVEL

"Os olhos de todos olham para ti com esperança"

(Salmo 145:15)

sexta-feira, 30 de maio de 2008

MOMENTO INESQUECÍVEL

David - o pai (deslumbrado com a realização do sonho maior da paternidade)

a avó Inajá - emocionada

Rosa - tia avó e Vitória (a priminha)

Luiza - a prima maravilhada

Cléria - a avó e Mariana - a tia
encantadas

NIVALDO - o avô feliz

quinta-feira, 29 de maio de 2008

29 de maio de 2008 - RAFAELA


UMA LUZ - RAFAELA

"Tua fidelidade permanece de geração a geração...
Maravilhosos são teus testemunhos..."
(Salmo 119. 90:129)
"O Senhor é bom para com todos,
e suas misericórdias estão sobre todas suas obras".
(Salmos 145:9)








(fotos - Iberê)

terça-feira, 27 de maio de 2008

LEITURAS DE IMAGENS


PROJETOS DIVERSOS
WEBDESIGNER - DAVID MARTINS DE ALMEIDA MALDONADO



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12ª SEMANA DE MUSICOTERAPIA - UNAERP



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BANDA ALBERZAKH



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ONG EDUCARE EST VITA
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DMAM WEBDESIGNER


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BANDA ALBERZAKH
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12ª SEMANA DE MUSICOTERAPIA
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"Já não quero mais deixar os livros soltos sobre a mesa.
Eles rumam sozinhos pelas tardes e desencontram-se das minhas mãos.
Eu os prefiro solenemente perfilados,

como um exército de palavras a me libertar do medo". (Nel Meirelles)


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Antes de lermos as palavras já lemos a imagem, razão pela qual torna-se imprescindível um estudo analítico e crítico das diversas formas possíveis de leitura.


Na apresentação acima, podemos nos deparar com diversos trabalhos de David (meu filho), os quais nos dão uma dimensão do desenvolvimento efetuado pelo webdesigner quando da elaboração de alguns de seus projetos.


Assim, como nos diz Nel Meirelles, livros não necessariamente precisam estar perfilados, mas podem se apresentar de formas várias. As palavras podem ter seus significados através das imagens que nos libertam.


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Inajá Martins de Almeida

MEMÓRIAS

"Ao encontrarmo-nos no declínio da vida , é preciso procurar reunir a maior parte das sensações que perpassaram esse nosso organismo. Poucos conseguirão construir assim uma obra prima (Rousseau, Stendhall, Proust), mas todos deveriam poder preservar, desse modo, algo que sem esse pequeno esforço perderia-se para sempre. Manter um diário ou escrever, em certa idade, as próprias memórias deveria ser obrigação “imposta pelo estado”: o material acumulado após três ou quatro gerações teria valor inestimável. Resolveria muitos problemas psicológicos e históricos que afligem a humanidade. Não existe memória, embora escritas por personagens insignificantes, que não apresentem valores sociais e pitorescos de primeira ordem”. (Tomasi di Lampedusa - Os Contos)

segunda-feira, 26 de maio de 2008

TUTTI

"O justo atenta para a vida dos seus animais..." (Provérbios 12:10)

domingo, 25 de maio de 2008

O ATO DE TECER

"Escrever é tecer letras,
formando a rede de palavras,
em torno das idéias."
(Elanklever)

"O ouvido prova as palavras,
como o paladar a comida".
(Jó 34:3)

A CONTA DO TEMPO

(Inajá Martins de Almeida)


A conta do meu tempo,
Quantas vezes, sob pressão, obrigada fui dar conta;
Sem tempo para tanta conta,
Quanta conta fiz, que nem percebi o passar do tempo.
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Enquanto fazia a conta do tempo,
Deixava o tempo rolar sem fazer conta;
Esquecendo o tempo, mal pudera supor que o que se conta,
É o que se perde e de volta não traz o tempo.

Por conta de tanta conta, ocupava o tempo,
E da exaustão não me dava conta;
Era-me forçoso apenas dar conta em tempo.

Quando vi então, que buscava tempo sem conta,
Para resgatar o passado, esquecido no tempo,
Percebi a conta do que não fizera, ou pudera fazer conta.
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Se pudesse voltar ao tempo,
E entender o que se conta,
Na certa não gastaria sem conta,
A conta que nos reserva o tempo.

Saberia que a cada qual, fora dado sua conta:
Cada conta com seu tempo;
Conta de passatempo,
Tempo de faz-de-conta.

Início, meio e fim conta o tempo;
A todos, sua conta
Que, a seu tempo, terá de prestar conta.

E, enquanto há roubadores do tempo, sem conta,
Multiplicadores de conta no tempo,
Há quem não faz conta e perde o tempo.
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Não posso, contudo, saber se minha conta,
Inevitável fora ao tempo,
Pois, envolvida no torvelinho do tempo,
Mal tinha tempo para perceber e fazer conta.

Deixava-me levar pela conta do tempo:
Ora prestava conta,
Ora o tempo levava a conta;
E assim, a conta fazia o tempo.

Tempo perdido na conta,
Na conta que não se conta;
Na conta que consumiu o tempo.

Tempo de contratempo,
Conta que subtraiu o tempo;
Tempo apenas que fêz-de-conta.
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Hoje, contudo, o passado tempo,
Faz conta do que se conta;
Espera o futuro sem conta,
Na conta, da contra mão do tempo.

Tempo que a esperança conta,
De um encontro além do tempo,
Com Aquele que é dono do tempo,
E que, de nossas contas, faz tanta conta.

Aquele que deu nova vida ao tempo;
Apagou toda má conta,
Deu início a um novo tempo.

Tempo de renovo que se conta,
Num vaso novo a prova do tempo;
Numa vida eterna, que o tempo não conta.
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E se o tempo ainda me pedir conta,
Do que fiz, do que deixei de fazer a tempo,
Direi que já não tenho mais tempo,
Para perder em fazer conta.

Que um novo sentido encontrei, para o meu tempo,
E isso é o que se conta;
Não me preocupo em prestar tanta conta,
Se agora eterno é meu tempo.

Do futuro não faço mais conta,
Pensar no passado, não sobra tempo;
O presente é o que se conta.

Não vivo ansiosa com a falta de tempo,
Não preciso mais prestar tanta conta;
Jesus me embala nos Seus braços, todo o tempo.

sábado, 24 de maio de 2008

ENTRE LIVROS, LÃS E LINHAS

(Inajá Martins de Almeida)


Desde cedo me acostumei aos livros e as lãs. Eles – os livros – estavam por toda parte: nas estantes, por sobre a mesa, nas cabeceiras da cama; elas – as lãs – nas mãos de minha mãe. Meu pai – leitor perspicaz – colecionava livros e nas linhas escrevia livros; minha mãe – artesã contumaz - tecia agasalhos com lã. Assim, nos livros aprendi a ler, nas linhas a escrever e com lã, tecer. Os livros me levaram a formação em Biblioteconomia, as lãs à arte do artesanato, as linhas ao prazer da escrita – real e virtual. As linhas me levaram a um encontro virtual, agora, tão real. Assim, digo que não sei mais viver sem livros, sem a lã, tão pouco, as linhas.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

AS CORES DAS PALAVRAS




"As cores não mudam o sentido das palavras,
porém, as palavras determinam


o sentido das cores".




(Elanklever )


A TEIA DA ARANHA


“O leitor acostumado a muitas leituras,
sabe separar o joio do trigo.
Sabe perceber a teia da aranha
e não se lançar dentro dela”.

(Roseane Murray)

A ESCRITA

No mundo encantado da escrita,
as palavras vão me encontrando e me escrevendo.
E leio... E releio... E escrevo... E apago...
E volto a escrever,
porque escrevendo, vou me conhecendo.
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(Inajá Martins de Almeida)

DECIFRANDO IMAGENS

"Quando abro um livro,
vejo o sol a entrar pelas janelas do meu entendimento ". (Elanklever)
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Leitura não significa simplesmente o que
os textos nos apresentam,
mas qualquer percepção que tivermos
em nosso cotidiano,
porque, leitura também é decifrar imagens.
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(Inajá Martins de Almeida)

terça-feira, 20 de maio de 2008

O CANTAR DO VENTO


Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul;
assopra no meu jardim, para que destilem os seus aromas.

Ah! Entre, oh! meu amado, no jardim e coma os seus frutos excelentes!

(Cânticos 4:16)

LIVROS SOBRE A MESA


"... os livros sempre continuarão a serem escritos ..."

(Eclesiastes 12:12)

segunda-feira, 19 de maio de 2008

RUMO AO VENTO

(Inajá Martins de Almeida)
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Sim...
Quantas vezes vejo a tristeza das tardes...
O vazio e a solidão
Que a noite guarda em seu sepulcro.


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Quanto mais se o vento sopra,
Frio, tenebroso, barulhento,
No seu uivo desesperado.

Mais triste ainda, torna-se o vento,
Aumentando minha tristeza,
Quando vem lambendo o espaço,
Apagando rastros de sonhos
Deixados pelos caminhos.

Daí, o que poderia ser sonho eterno,
Torna-se fugáz, passageiro...

Num instante, o curso de uma vida,
Toma outro rumo.

Quem dera!
Horas felizes
Fossem eternas...
Quem dera!
Horas amargas,
Fugazes, passageiras...

Mas, como nem sempre
O vento tráz
A brisa fresca da manhã,
A alegria da tarde,
O descanso da madrugada,
Continuo meu caminho...

Se triste ou sozinho
Vou seguindo...
O rumo do vento.

MINHA VIDA É COMO UM LIVRO

(Inajá Martins de Almeida)

O pensador me diz:
- "Quando abro um livro, vislumbro um horizonte, onde as idéias brilhantes despontam como o sol, detrás das montanhas". (Elanklever)

E – como o pensador que me fala – idéias brilhantes, despontando por entre as montanhas, começo a vislumbrar.

A partir de então, passo a definir minha vida como um livro, onde:

- "A cada dia sua página! A cada hora uma palavra! A cada minuto uma letra! A cada segundo uma decisão! E, entre um sim ou um não, muda-se completamente a história!" (Elanklever)

Percebo-me fazendo conta do que, antes, não fizera; de que muitas páginas já foram escritas. Algumas com alegria, outras tantas em tristeza e agonia. Quantas rasgadas, mas jamais da mente apagadas – páginas de lembranças.

Páginas de vazio! De tristeza! De horas de solidão. Quantos sim, querendo ser um não! Quantos não querendo ser um sim!

E, nas entrelinhas que a linha conta, nas páginas do passado fiz tanta conta, que ao final me dei conta de que realmente o que se conta é o que se tem para contar, principalmente quando se pode somar.

E o ponto que a vista alcança, pode falar de tantas vistas que, agora, vai além do ponto. O ponto que fecha uma frase. Uma frase que encontra um texto. Um texto que escreve um livro – livro escrito a quatro mãos.

E o livro narra um conto do encontro da poesia com a filosofia – da poetisa e do pensador.

E, enquanto alguns têm pontos de vista, outros, vista do ponto, o pensador vai sempre além de qualquer ponto, na busca de uma nova vista – a vista da poesia.

E, cada qual – poetisa e pensador – contribuindo com um ponto, no conto que a história conta, uma nova página inicia, pois se a vida do pensador é como um livro, como um livro também é a vida desta que conta...

sábado, 17 de maio de 2008

É MELHOR SEREM DOIS (Ecl. 4:9)


ENLACE DAVID e PATRÍCIA (São Carlos 08 de junho de 2007)
"E disse Deus: em ti serão benditas
todas as famílias da terra" (Gênesis 12:3)

GERAÇÕES

Juliana, Nelson, Alexandre (avô e netos)
Vem uma geração e vai outra geração,
mas a terra permanece eternamente". (Eclesiastes 1:4)

TIO ODÉCIO

"A sabedoria faz brilhar o rosto do homem e
transforma sua aparência" (Eclesiastes 8:1)


sexta-feira, 16 de maio de 2008

CANTARES

"Meu amado é meu, e eu sou dele;
ele apascenta seu rebanho entre as rosas".
(Cântico dos cânticos 2:16)

MINHA HERANÇA

RAFAELA (minha neta)


David - julho de 1982 (com 40 dias de idade)

Dalila - avó - Alexandre, Juliana e David (julho de 1982)


Alexandre (sobrinho) Ana Clara (sobrinha neta) Inajá, Elvio, Vagner (sobrinho) João Victor (sobrinho neto)

"O Senhor é a porção de minha herança e de meu cálice;
tu és o sustentáculo do meu destino" (Sl. 16:5)

Alexandre (sobrinho) Ana Clara (sobrinha neta) Ivani (Cunhada) João Victor (sobrinho neto) Juliana (sobrinha) Elisabete (sobrinha)

"As sortes me caíram em lugares agradáveis;
sim, coube-me uma formosa herança". (Sl 16:6)

"Em Tua presença há plenitude de alegria. Em Tua destra, delícias perpétuas". (Sl 16:11)




MEUS SOBRINHOS NETO

ANA CLARA e JOÃO VICTOR
"Instrui ao menino no caminho em que deve andar;
e até quando envelhecer não se desviará dele" (Pr. 22:6)

domingo, 11 de maio de 2008

RAFAELA


"Assim como os avós se
orgulham dos netos,
os filhos se orgulham dos pais".
(Pr. 17:6 - versão João Ferreira de Almeida. SBB 2000)

"Coroa dos velhos
são os filhos dos filhos;
e a glória dos filhos
são seus pais".
(Pr. 17:6 - versão João Ferreira de Almeida. SBB 1969)