Olhar para uma palavra e perceber tantas outras. Escutar um som e depreender outros tantos. Movimentar o corpo e entender seus movimentos: o corpo fala. Expressar a fala de forma clara, permitindo o entendimento. Detalhes que fazem toda a diferença para a leitura do mundo. A vista além do ponto. Além do nosso entendimento. Quando se coloca o ponto final, dá-se início a um novo ponto. Detalhes de leituras. Cada qual pode encontrar o seu. Eu, com certeza encontrei! (Inajá Martins de Almeida)
..." Manter um diário ou escrever, as próprias memórias deveria ser obrigação “imposta pelo estado”: o material acumulado após três ou quatro gerações teria valor inestimável. Resolveria muitos problemas psicológicos e históricos que afligem a humanidade. Não existe memória, embora escritas por personagens insignificantes, que não apresentem valores sociais e pitorescos de primeira ordem”. (Tomasi di Lampedusa - Os Contos)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

FOTO TAMBÉM É ARTE

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Foto arte - By Elvio Antunes de Arruda
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DIVINA MÚSICA

A música é um elo entre Deus e o homem.
Entre o que é real e o mundo dos sonhos - a mente e o coração.
Destas, nomeio os dois caminhos que rumam a minha vida:
a música e o meu amor.
Sem amor não crio a minha música
e sem a música, não há razão para se amar".

David Martins de Almeida Maldonado

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

DEUS MEU SEMPRE ETERNO

Texto de Inajá Martins de Almeida

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Destes versos que, suave,

Espargem a vontade de gritar em

Uníssono em minha vida

Seus maravilhosos feitos.

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Minha glória maior

Eterno amado

Unigênito criado

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Sua bondade maior

Emerge fundo

Meu interior

Presença constante a

Reluzir sua misericórdia infinita

Eterno Deus tua glória louvo

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Espero em

Ti

Eternamente. Na

Remissão de meus pecados, torno-me

Nova criatura em Jesus Cristo

Oh! Eterno Rei sempre.

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NAVEGANTE DE TERRA E MAR

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Texto de : Elvio Antunes de Arruda

Formatação: Inajá Martins de Almeida



Nas ondas da terra, navego!

Pelos montes faço meus giros,

Das árvores tiro melodias!

Não posso parar...

Tem flores esperando, que eu

As ensine a dançar!

AS TRISTES TARDES

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Texto de Elvio Antunes de Arruda
Formatado por Inajá Martins de Almeida
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As tardes são tristes:
Pode ser!
Sinto, às vezes
Que as tardes sabem
Que na solidão da noite,
Na madrugada o vento vem
Apagar os caminhos
Onde ficaram rastros...
A eternidade
Que muda a todo instante!
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

PARA SONHAR - 09.01.2010 - tarde de sábado


Num maravilhoso passeio, tarde ensolarada de sábado, Inajá e Elvio aproveitam o céu azul e as águas claras da represa de Avaré, momento inesquecível registrado através do olhar do fotógrafo e agora neste blog.

PENSADOR - 09.01.2010

Elvio num momento de pura descontração. Tarde de sábado a contemplar a represa na cidade de Avaré.

CENAS DE CASAMENTO - 09.01.2010


Inajá e Amélia em frente ao Cartório Avaré - casamento Edmilson 09-01-2010

AO RAJAR DO VENTO - poema dedicado a Elvio Antunes de Arruda

Encantamento para minha

Lida; a um só tempo é

Vida para meus momentos de

Inspiração pura, tua presença

Ornamenta a melodia dos meus versos.

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Amor sublime que trás

Novidade ao segundo

Tempo da minha existência.

União eterna,

Natureza divina, visivelmente

Espelhada através dos

Sentidos – o maior de todos: a alma (o coração).

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Deus presente nos frutos, produzidos,

Espalhados entre lãs, linhas, livros e telas.

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Audácia para reconstruir as

Ruínas dos muros existenciais –

Rompidos pelos dissabores passados que, em

Uníssono, em concordância, a quatro mãos,

Dispomos a concretizar, num concerto melodioso

Ao som que o vento esparge: nosso conserto interior.

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(em gratidão aos momentos maravilhosos que estamos compartilhando juntos dedico estas palavras ao meu amado, meu companheiro amigo de todas as horas; aquele que tão bem soube chegar, transformar e dar novo sentido ao segundo tempo de nossas existências. Não fosse Elvio, talvez jamais eu me permitisse escritora. Talvez jamais pudesse criar esses blogs maravilhosos. Com certeza, como promessa de Deus, a glória da segunda casa é melhor do que a da primeira. E como esta sendo melhor!)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O GRANDE MURO: a reconstrução do muro interior

texto de Inajá Martins de Almeida baseado no livro de Neemias (Bíblia Sagrada)
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Enquanto um homem – Neemias – buscava pela reconstrução do grande muro e, consigo, trazia trabalhadores que se irmanavam na mesma fé, dois homens – Tobias e Sambalate – procuravam denegrir a necessidade desse ato.

Muitos desanimavam e se entregavam a críticas, mas, os que perseveraram até o fim, foram galardoadores da concretização da obra em tempo pré-estabelecido – 52 dias.

Quantos somos os Neemias e quantos os Tobias e Sambalates. Ainda hoje os vemos por toda parte; Neemias anônimos que se infiltram na multidão, que buscam a reconstrução de vidas caídas, vidas que foram sendo tragadas pelos problemas do cotidiano, pelos vícios, pela divisão familiar, pela adversidade financeira, pela fraqueza espiritual – muros caídos e queimados.

Tobias e Sambalates que buscam lançar por terra obras de reconstrução de muros, com palavras negativas, derrotistas, invejosas – quantos os vemos em toda parte.

Porém, não importa os dias, se cinqüenta e dois, ou tantos quantos forem necessários, para uma reconstrução, o que realmente importa é que o muro esteja de pé, livre de quaisquer Tobias ou quaisquer Sambalates. O que realmente tem significado é que sejamos Neemias, sempre atentos, ocupados em fazer a grande obra de reconstrução de muros caídos e, sobremodo, não nos deixar contaminar por vozes de dúvida que sempre surgem para nos desviar do objetivo da nossa reconstrução interior.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

NOITE DE LUA CHEIA

Da janela do apartamento oitavo andar, pode-se ver a deslumbrante imagem da lua iluminando o Jardim Paulista.
Momento mágico e inesquecível.
Magnífica lembrança de uma noite de lua cheia em Ribeirão Preto.
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A lua cheia se mistura com as luzes da cidade, na noite quente de Ribeirão Preto.
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19 de agosto de 2008.

AMANHECER EM RIBEIRÃO PRETO

"Desde o nascimento do sol até ao ocaso, seja louvado o nome do Senhor". (Salmo 113:3)
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Ribeirão Preto, 04 de agosto de 2008.

FLAGRANTE DE UM PRESENTE

"Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega..." (Cantares 2:12)

Neste momento de mudança, de transformação eis que no caminho surge uma pessoa que transborda sonho e alegria. Valéria esta lembrança será para sempre registrada em meu coração. Lindas flores, belos momentos. Uma amizade para sempre.

CAFÉ DA MANHÃ

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"PÃES SOBRE A MESA"
Acrílico sobre tela por Elvio Antunes de Arruda
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Ribeirão Preto, 11 de agosto de 2008

sábado, 9 de agosto de 2008

LEITURA ATRAVÉS DAS FORMAS E DAS CORES

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"COLHEITA DE GIRASSÓIS"
Acrílico sobre tela por Elvio Antunes de Arruda
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Fotos do artista plástico Elvio Antunes de Arruda em seus momentos de criação.
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Ribeirão Preto, 04 de agosto de 2008

segunda-feira, 14 de julho de 2008

UM OLHAR CURIOSO

Mel e Tutti num momento de pura descontração

terça-feira, 1 de julho de 2008

NA TELA DO POETA


... E baixinho, pé do ouvido, ela confidencia:
Não fora aquele encontro virtual
Razão alguma houvera
Para que aquele projeto se tornasse público.
Ele, então, olhando para o quadro na parede,
Que há pouco terminara,
Percebe ser ela motivo para sua inspiração,
E uma nova história se inicia.
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Inajá Martins de Almeida - A QUATRO MÃOS

segunda-feira, 30 de junho de 2008

terça-feira, 24 de junho de 2008

PALAVRA MÁGICA

Certa palavra dorme na sombra
de um livro raro.
Como desencantá-la?
É a senha da vida
a senha do mundo.
Vou procurá-la.
Vou procurá-la a vida inteira
no mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
não desanimo,
procuro sempre.
Procuro sempre, e minha procura
ficará sendo minha palavra.
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(poema de Carlos Drummond de Andrade; pintura de Pino Daeni)

sábado, 21 de junho de 2008

PALAVRAS AO VENTO

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NAS ASAS DO VENTO
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acrílico sobre tela de Elvio Antunes de Arruda
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.Regue a palavra para produzir flores,
Frutos e sementes.

Regre a palavra,
Para que não murchem os rebentos.

Carregue e leve a palavra
Para o encanto dos atentos.

Fale...
Declame...
Cante...
Nem que seja palavra ao vento.

Pelo vento as sementes viajam,
Encontram mentes férteis, sedentas.

Leve a palavra,
Ensine a leitura.

A palavra escrita,
Que não fique restrita.

Não permita o esquecimento.
Leve a palavra,
Nem que seja palavra ao vento.

Leve a palavra.
Escreva...
Leia...
Nem que seja palavra ao vento.

Livros...
Palavra escrita.
Não permitam o esquecimento.

Sementes adormecidas,
Acordem...

Despertem palavras vivas,
Que criem fortes raízes
Que mesmo na tempestade
Acalmem
E alimentem almas.
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.Texto extraído do Livro "DEFINIÇÕES REFLEXIVAS I: grandes detalhes de Elanklever

VOVÓ VERA

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RESGATANDO A MEMÓRIA DA BIBLIOTECA
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"Biblioteca Padre Euclides" - Vera Venturini Nogueira
"Tenho que ficar entre os livros"
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Vovó Vera
"Vó velosa, veludosa vó"
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Vovó Vera vive ventando vida
Vovó Vera é a verdadeira vacina do viver
Vitamina do vencer
Vira-e-mexe varre a varanda
Volta-e-meia vira os vasos,
vasculha os vidros, verifica as venezianas
e vai valorizando cada vão
Vezinquando visita os vizinhos,
vovozinhos velhinhos,
vetustos vítimas de vaguidão
Vovó vapt-vupt
Vovó vira-e-volta
e vai por vielas a vicejar em vivificação
És a Vovó da valsa e vice-e-versa
e vai-e-vem
Vovó Vera é a vez da veracidade
É a voz da vitalidade
Verso de vivacidade
Vovó veste t eu vestido verdinho
e vai variando as versões
Eta! Vovó vaidosa, vistosa, e vivaz
Vovó valente, valorosa e voraz
Vai Vovó, vencer de vez o vazio
dos viventes que já verteram a voz
A virtude é vossa e veio velar por vidas
Vocação, volição e vastidão
Velívola em veias ventrículas
A válvula da vida vazou você
em verve vinda do vetiver
Viva vive Vovó Vera
Então, vá vivendo ventante, avante!
Vituosa, vigorosa, Vovó Vera vibrante.
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Evandro Navarro

segunda-feira, 16 de junho de 2008

A SEMENTE PLANTADA FRUTIFICA - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto 2008

(foto Elvio Antunes de Arruda)
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" PHOTO É SEMENTE
que, plantada em solo fértil,
brota,
cresce,
vinga,
frutifica,
enriquece a realidade
e a modifica".
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Antonio Carlos Tórtoro in "RIBEIRÃO PRETO: o passado manda lembrança".

GOSTO DE MEL - Célia Natalina dos Santos - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto 2008

Acho que sou poeta,
não poeta em letra grande
mas poeta simplesmente,
em verso ponho meu canto,
sim o que os outros sentem:
um não sei quê de amor,
saudade, dor transparente
que vezes me faz triste
outras até contente.
Rimando ou não vou deixando
as palavras no papel,
se na medida em que escrevo,
amargam com fel,
quando o poema termina
sinto gosto de mel.
Poema Gosto de Mel, do livro de Célia Natalina dos Santos - SONDAGENS

domingo, 15 de junho de 2008

GRANDES DETALHES - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto - 2008

Elanklever autografa seu livro REFLEXÕES DEFINITIVAS: grandes detalhes
na 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto /SP - 2008
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Sim...
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Há livros que entram em nossas vidas
e marcam para sempre.
Ainda que sejam
perdidos,
amassados,
decompostos pelo tempo,
sua idéia tomou corpo dentro
daquele corpo que dele se apossou.
A leitura é essa inebriante experiência,
maior ainda
se podemos nos tornar partícipes da obra do autor,
na sua co-autoria.
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Texto extraído do livro "A QUATRO MÃOS" de Inajá Martins de Almeida

PHOTO É CARTA - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto - 2008

" Photo é carta às vezes sem remetente, sem destinatário certo.
Apesar da mensagem objetiva, sem entrelinhas, sem meias palavras, cheia de verdade, transmite seu recado à posteridade."
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Antonio Carlos Tórtoro in "Ribeirão Preto: o passado manda lembrança

TEMPO DO LIVRO - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto - 2008

"PHOTO É VIDA
sem páginas,
sem textos explícitos,
sem capa nem prefácio.
Mas cada uma é biblioteca,
Alexandrias incríveis,
manancial de informações
aos olhos e corações sensíveis".
Antonio Carlos Tórtoro in "Ribeirão Preto: o passado manda lembrança".

sábado, 14 de junho de 2008

ENTRE LIVROS E LINHAS - 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto - 2008

Momento de pura descontração durante a 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto 2008.
Enquanto ao microfone as falas dos poetas e cantadores ecoam nos quatro cantos do belo espaço da praça, descontraidamente Elza e Inajá mostram que livros e linhas fazem parceria perfeita.
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ARTESÃ DA LÃ E DA LINHA
Inajá Martins de Almeida


Não há como negar:
Artesã sou...
Jamais deixarei de ser.

Com as mãos trabalho,
Tecendo, ponto a ponto,
Agasalhos coloridos.

Desde pequenina
Acostumada fôra
A estar no meio deles.

Da leitura, também,
Artesã sou:
Jamais esse prazer, abandonarei.

Mais não fôra artesã
Da palavra, no papel
Transformo linha em texto.

Entre linhas de lã,
Ponto e ponto mesclo.

Entre linhas de papel,
Canto e conto declino.

Já não sei mais
Se sou artesã de lã,
Ou artesã de linha

Pois, se
com a lã aqueço um corpo frio,
com a linha alimento uma alma contrita

terça-feira, 10 de junho de 2008

8ª FEIRA DO LIVRO - Carlos Nejar - 9/06/2008

"Foram as palavras que me começaram. As palavras tem cor, tem brilho e escondem um mundo atrás delas... As vezes não é a inteligência que aprende o sentido das palavras, mas é ele, o sentido, que nos alcançam e nos descobrem. No momento em que designamos a palavra, ela toma um sentido novo".
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"O poema, sobretudo, deve ser dito e eles são feitos para serem lidos em voz alta. É da natureza do poema ser uma voz coletiva, daquele que não pode falar, mas que quer falar, porque a poesia fala por si. O poema se comunica, tem vida própria. Se os poemas não sobreviverem por eles mesmos, não adianta nada eu defendê-los. O poema, muitas vezes é nosso filho, mas outras tantas é nosso pai ".
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"A gente pode ler com paixão e o livro, deve ter a sua própria respiração".
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"Se a gente escreve um livro para mudar uma vida, já valeu tê-lo escrito".
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"As coisas são mágicas, ou nada. Podemos inventar a realidade e nos encantar com ela".
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"A vida é muito maior do que a gente, e o que a gente escreve é muito maior do que a gente é, porque a obra tem de ser maior do que o autor".
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"A arte de resistir é a arte da palavra, porque antes de tudo, é a arte da vida".
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"Percebemos que não podemos deixar a pedra no meio do caminho; temos de removê-la, transformar a pedra em outra realidade".
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"A língua portuguesa é uma ventura de almas".
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(8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto 2008 - Escritor Carlos Nejar - Salão de Idéias. Anotações efetuadas e transcritas por Inajá Martins de Almeida)

DEFINIÇÕES REFLEXIVAS - Elanklever - 8ª FEIRA DO LIVRO

"Aguns têm seu ponto de vista. Outros uma vista de algum ponto, porém, aquele que busca compreender a vida, sempre vai além de qualquer ponto, pois, mesmo das cicatrizes, tira boas lições".

"Minha vida é como um livro: a cada ano uma nova edição, a cada dia uma nova página, a cada hora um novo texto, a cada minuto uma nova palavra e a cada segundo, entre um sim ou não, muda-se a história".

segunda-feira, 9 de junho de 2008

8ª FEIRA DO LIVRO

Prefeito Municipal Dr. Welson Gasparini é fotografado ao lado dos escritores Nicolas Guto e Alfredo Rossetti e das bibliotecárias Inajá Martins de Almeida e Rosângela no estande dos Autores Locais, durante a 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto.


Elvio Antunes de Arruda (Elanklever) é fotografado ao lado do Prefeito Dr. Welson Gasparini durante a 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto, quando do lançamento do seu Livro Definições Reflexivas: grandes detalhes".

quinta-feira, 5 de junho de 2008

segunda-feira, 2 de junho de 2008

sábado, 31 de maio de 2008

LEITURA DE UM MOMENTO INESQUECÍVEL

"Os olhos de todos olham para ti com esperança"

(Salmo 145:15)

sexta-feira, 30 de maio de 2008

MOMENTO INESQUECÍVEL

David - o pai (deslumbrado com a realização do sonho maior da paternidade)

a avó Inajá - emocionada

Rosa - tia avó e Vitória (a priminha)

Luiza - a prima maravilhada

Cléria - a avó e Mariana - a tia
encantadas

NIVALDO - o avô feliz